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Solidariedade à UERGS
Em um lindo sábado outonal – como custou a fazer-se outono – que começou com temperaturas de 10ºC em Porto Alegre, transcrevo apenas a mensagem que enviei a colegas da UERGS. A Universidade Estadual do RGS é um dos alvos da sanha anti-Estado da Xerife – também chamada de Governadora – Estadual.
----- Original Message -----
From: Attico Chassot
To: eduarda@fundarte.rs.gov.br
Sent: Thursday, April 26, 2007 5:54 PM
Subject: Solidariedade à FUNDARTE/UERGS
Colegas professoras e professores da FUNDARTE/UERGS - Montenegro
Tenho acompanhado pela imprensa a dolorosa situação que vive uma das mais significativas propostas de fazer Educação com Arte que conheço. Recebo agora a carta de vocês. Recebam a admiração e solidariedade. Estou na torcida para que haja o mínimo de bom senso do Governo do Estado e se salve a UERGS que tenho orgulho de ter ajudado a tornar realidade, não sem muitas resistências, enquanto conselheiro do Conselho Estadual de Educação 2000/02.
Também um pouco como montenegrino, pois foi aí que mais de 46 anos comecei a minha carreira como professor, desejo que tenham êxito na luta digna e justa de vocês, attico chassot
Licenciado em Química (UFRGS). Mestre em Educação (UFRGS).
Doutor em Ciências Humanas (UFRGS).
Pós-doutoramento na Universidade Complutense de Madrid
Professor e Pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Educação da UNISINOS
Escrito por Chassot às 07h55
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Esperando o shabath
Quando vivo o aguardo do primeiro shabath dos 21 anos, um relato ainda da quarta-feira.
Na quarta-feira, prometera algum comentário acerca da excelente defesa de dissertação que participei no Programa de Pós Graduação em Educação da UFM. A Mestra em Educação, Márcia Soares Forgiarini, orientada pelo Prof. Dr. Décio Auler trouxe a banca que teve ainda a presença das Professoras Doutoras Deisi Sangoni de Freitas e Elisete Medianeira Tomazetti a dissertação “Abordagem de temas polêmicos no currículo da EJA o caso do ‘florestamento’ no RS". A dissertação envolvia a trazida e as repercussões do tema do assim chamado ‘florestamento’ da metade sul do Rio Grande do Sul com eucaliptos. A Márcia, trabalhando com professores envolvidos na Educação de Jovens e Adultos, fazendo um estudo de caso a partir das notícias da mídia, acerca da assim qualificada ‘destruição’ praticadas por mulheres da Via Campesina no Horto Florestal da Aracruz Celulose em 8 de março do ano passado.
A muito discutível decisão de usar eucalipto para produção de celulose foi significativamente trabalhada com professoras e professores de Ciências. Talvez merecesse aqui aditar algo aprendi só mais recentemente e que aumenta em mim ser contrário a esses pretensos florestamentos ao eucalipto: Uma das regiões atingidas pela gana dos ‘produtores de celulose para os países centrais é aquela que mais recentemente os produtores de uvas encontraram como muito apropriadas na bacia do Camaquã (por exemplo: Encruzilhada do Sul, Bagé, Caçapava...). Plantações de eucaliptos prejudicam as terras lindeiras usada para viníferas em duas situações: as majestosas árvores produzem extensas regiões de sombra várias vezes maiores que a altura das árvores; as partículas odoríficas, emanadas quando da floração do eucalipto ‘contaminam’ a videira durante a florescência transferindo para uva e daí para o vinho o sabor.
Escrito por Chassot às 11h57
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Em uma mnhã de quarta feira fria e chuviscosa
A parte da tarde na UFSM foi muito boa. Falei por duas horas a um grupo de cerca de 60 pessoas ligados às licenciaturas. Senti ressonância às minhsa propostas. No posto rodoviário de Camobi, ao aguardar o ônibus, meu querido amigo Ayrton Figueiredo Martins, bisou as emoções que há uma semana o Ambrósio oferecera em Pelotas: chegou de surpresa para um fraterno abraço de despedida. Emocionei-me. Em outro momento cumpro a promessa de falar sobre a dissertação da manhã.
Era mais de 20h quando cheguei à Rodoviária. A Gelsa me esperava carinhosamente. Fomos a um restaurante muito bonito e exótico para celebrar nossos 20 anos de vida juntos, evocando momentos desde o muito lembrado 25 de abril de 1987. Comida indiana e cenário muito típico. Tudo quase maravilhoso, até que cerca de 70 pessoas, convivas de uma festa, ensurdeceram o ambiente. Fugamos, dispensados pela gerência de pagamento.
Escrevi esta manhã: ‘Querida Maria Clara, há um ano alegras e encantas nossas vidas de uma maneira muito especial. Desejo que esse 26 de abril, e todos os dias de tua vida sejam plenos de Paz e de Amor. Tomara que muitos de nós, por tempo, possamos continuar a partilhar da doçura que nos transmites. Um beijo emocionado do teu avô.’ Não preciso dizer mais nada da alegria que essa data me traz.
Escrito por Chassot às 10h00
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Um breve registro de Santa Maria
Estou saindo para Campus da UFSM, em Camobi para minhas atividades: 08h30min defesa de ima dissertação e 13h30min uma palestra. Meu colega Prof. Dr. Décio Auler já está aqui para me levar. A viagem foram mais de quatro horas resolvendo sodoku. O tempo pareceu voar.
Quatro horas depois. A sessão de defesa de dissertação. Houve uma excelente discussão acerca dao polêmico 'florestamento com eucalíptos'. A palestra será às 13h30min. Devo voltar no ônibus das 16h, para à noite com a Gelsa celebrar nosso 87*25ABR*07. Já cumprimentei a Clarissa por seus queridos 27 anos.
Escrito por Chassot às 07h01
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Mais um dia de verão estendido: Ecos de sala de aula e projeções de uma quarta.
Ecos de sala de aula:
Ainda da noite de ontem: Mais uma vez alunas e alunos e eu nos emocionamos com ‘Giordano Bruno’ Há ainda nos dias atuais marcas dolorosas de autoritarismo, mas as sofridas por Bruno foram cruentas (não no sentido metafórico). Ao final do encontro promovi o sorteio de sete livros, em homenagem ao dia internacional do livro. Do ‘Almoçando com Chassot’ de hoje: Foi gratificante discutir com o grupo muito estudioso a lenta migração do geocentrismo para o heliocentrismo.
Projeções para uma quarta-feira muito especial
87*25ABR*07 O dia de amanhã tem pelo menos três marcas especiais: O André estará inaugurando uma exposição fotográfica no Museu da Imagem e do Som em São Paulo, a Clarissa, minha caçulinha, faz 27 anos e a Gelsa e eu comemoramos 20 anos.
p A data me encontrará no seu início fora de Porto Alegre, pois agora, recém chegado da UNISINOS, às 20h – cumpro mais viagem abrilina semanal –, viajo para Santa Maria onde amanhã tenho uma banca e uma palestra. Ir à Santa Maria e à UFSM sempre me emociona. Há razões históricas que me ligam a essa cidade e a essa Universidade. Sou nascido em Estação Jacuí e o mundo de minha infância tinha nesta cidade o pólo maior. Era à Santa Maria que vínhamos em busca de médico e ela um ponto de atração para um filho de ferroviário, no tempo que esta cidade era o grande centro ferroviário do estado. Também foram fortes, há uma época minhas ligações com o curso de Química desta universidade e com as licenciaturas das áreas de Ciências em geral. Aqui realizamos o 3º Encontro de Debates de Ensino de Química, em 1982 e depois os 9º em 1988 e o 21º, em 2001. Participei por alguns anos, como representante da UFRGS, com colegas de um projeto integrado de Educação nas Ciências, o SUMECIM, envolvendo outras seis universidades gaúchas. Esses continuados contatos com colegas desta Universidade geraram amizades que se espraiaram para além da Academia.
Escrito por Chassot às 17h51
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Mais uma tri-segunda
Legalmente o outono já teve vencido seu primeiro terço vencido, mas o verão parece que não quer ir embora. Continua muito quente. Nossas salas, ou melhor nossos crematórios, em dia que nos abrigam por tantas horas são inapetentes.
Hoje meu terceiro turno é uma sobremesa: vamos assistir GIORDANO BRUNO, no Programa de Aprendizagem Educação em Ciências, no curso de Pedagogia
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Dir>Diretor: Giuliano Montaldo. Roteiro: Lucio De Cari, Giuliano Montaldo; fotografia: Vittorio Storaro; montagem: Antonio Siciliano; música: Ennio Morricone; elenco: Gian Maria Volontè, Charlotte Rampling, Hans Christian Blech, Mathieu Carrière; produtor: Carlo Ponti. Produtora: Compagnia Cinematografica Champion, Les Films Concórdia. 123 minutos, color, digital, 1973.
htthttp://www2.uol.com.br/mostra/30/p_exib_filme_364.shtml |
Giuliano Montaldo fez com este filme (1973 - 114 minutos) um dos mais extraordinários e elogiados dramas do cinema baseado numa história real. Retrata a vida do astrônomo, matemático e filósofo italiano, frade dominicano na juventude, Giordano Bruno. Pensador de opiniões audazes e independentes, Bruno foi queimado vivo na fogueira da Inquisição em 17 de fevereiro de 1600, na praça de Fores, em Roma. Ele defendia, entre outras coisas, a infinidade do Universo, a existência de vida em outros mundos e via na religião apenas superstições e símbolos. Herege convicto, escreveu inúmeros trabalhos refutando os dogmas fundamentais do catolicismo. Suas críticas científicas à religião fizeram com que a Santa Sé o considerasse um inimigo perigoso da Igreja. Submetido a cruel tortura, enfrentou altivamente os interrogatórios, sustentando suas idéias da presença de Deus em cada fração da matéria. O ator Gian Maria Volonté faz o papel de Giordano Bruno neste belíssimo filme produzido por Carlo Ponti, com trilha sonora assinada por Ennio Morricone.
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Escrito por Chassot às 16h31
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Um anarquismo amoroso
http://www.leialivro.com.br/texto.php?uid=14954
O conto “Um anarquismo amoroso “ cujo aperitivo ofereci no feriado está no £eia £ivro. Convido a leitura da hitória na qual Ive e Darci fazem doutorado em História da Ciência. A prática termina por mostrar o quanto o anarquismo pode edulcorar o amor.
Comentários aqui ou no £eia £ivro são bem vindos.
Categoria: Link
Escrito por Chassot às 14h44
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Emoções de fim de semana: avonado em quatro babadas
RA Gelsa e eu estivemos nesse entardecer na casa da Laura e do Gabriel, para dar as boas vindas ao Antônio, que recém chegara a sua casa. É algo emocionante vê-lo ‘sonhando’ com seu novo mundo. Há emoções que são inenarráveis. A Silvia, muito orgulhosa tia-avó criou-lhe um álbum: http://picasaweb.google.com.br/SILVIAK2/ANTNIO1904?authkey=AUE6UiaYdt0 . Eu coloquei uma foto dele com a Gelsa e comigo no orkut.
REsta manhã foi emocionante, ao falar com Ana Lúcia ao telefone em Estrela, que acompanhava o Guilherme brincando com massinha de modelar ouvi-lo dizendo, em seus dois anos: “Tem que remover os excessos!” Certamente, já se imagina fazendo moldagem como um dentista, imitando a profissão da mãe e do pai.
RTive o privilégio de ter a companhia da Maria Antônia, quando esta manhã fui com o Bernardo à Rodoviária retirar a minha passagem para ir nesta terça-feira à Santa Maria. Conversar com ele é sempre receber uma aula.
ROntem tivemos uma querida visita da Clarissa e do Carlos, com a Maria Clara, que nesta quinta completa um ano. Quando se perguntava para ela como está a sua tosse, ela forçava um tossir, cheia de graça.
Escrito por Chassot às 18h05
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