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Da minha 'fortuna crítica'
@ A sexta feira foi/é corrida. Dou a lapidada no prefácio que fui convidado a escrever para o livro Currículo e Epistemologia da Alice Casimiro Lopes. Antecipo, pelo privilégio de ser um dos pré-leitores, tratar-se de uma obra densa e saborosa.
Em meio a um não dar conta de pontos de agenda a cumprir, até porque hoje, à noite, ainda temos uma reunião da Linha de Pesquisa Currículo e Sociedade, na casa da Maura, recebo esta mensagem:
Assunto: Agradecimento pela imensa contribuição para o Ensino de Química
Meu nome é Fernando César Silva, sou licenciado em Química e professor da rede estadual em Belo Horizonte. Envio-lhe este e-mail com os meus sinceros agradecimentos pela sua imensa contribuição para o ensino de Química. Sou apaixonado pela História da Química e por seus artigos e livros.
O seu trabalho, com certeza, clarifica sobre a problemática do ensino de Química, contribuindo para que os professores de busquem um ensino de Química que não seja: asséptico, dogmático, abstrato e a-histórico.
Quero dizer-lhe que faz parte da minha lista dos cientistas mais importantes.
A você, meu grande referencial, meus sinceros agradecimentos.
Fernando César Silva
Ela me faz um bem imenso. Envaidecido com a maneira generosa em reconhecer meu fazer Educação faço pública a mensagem do colega professor Fernando César Silva. Textos como estes fazem minha fortuna crítica.
Escrito por Chassot às 17h05
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História da Ciência catalisando ações transdisciplinares
http://www.unisinos.br/educacaocontinuada/index.php?option=com_content&task=view&id=170&Itemid=207&menu_ativo=active_menu_sub&marcador=207#
Começa na UNISINOS na tarde desta segunda-feira (08/01) e se estende pelas manhãs e tardes de terça (09), quarta (11) e quinta-feiras(12) o curso História da Ciência catalisando ações transdisciplinares.
Objetivos:
Mostrar como é, cada vez mais forte, a exigência de se fazer uma Educação não desconectada. Pretende-se na contemplação, ainda que panorâmica, da História da Ciência mostrar como histórias da Filosofia, da Educação, das Religiões, das Artes, das Magias e também a esquecida história "daqueles que não são considerados como os autores (oficiais) da história" fazem tessituras para entendermos como se deu / dá / dará a história da construção do conhecimento. São alguns dos balizadores: as Revoluções Copernicana, Lavoisierana e Darwiniana.
Categoria: Link
Escrito por Chassot às 07h35
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Casamento JetB 2
Esse texto é uma complementação do narrado (com atualização) em 18 de dezembro
YYY O terceiro momento ocorreu à noite e foi de impressionante emoção, quase impossível descrever. Cem convidados foram recebidos a bordo do barco “Rive Droite’ ancorado nas proximidades da biblioteca François Miterrand. A partir das 20h, na parte inferior do barco foi servido um muito bem preparado conjunto de aperitivos, formado por requintadas bebidas e saborosos canapés. Durante esse momento os convidados ficavam sabendo, por indicação em um painel, a que mesa estavam destinados. Cada uma das 10 mesas, para 10 pessoas tinha um patrono, representado por um escritor ou escritora (Jorge Amado, Érico Veríssimo, Gabriel Garcia Marques, Simone de Beauvoir, Isabel Allende, Pablo Neruda, Philip Roth, Franz Kafka, Emile Zola, Milan Kundera). Dois critérios suleavam a escolha dos dez que se assentariam em cada uma das mesas: idade e língua.
Às 21h, quando os convivas estavam já acomodados em suas mesas o barco partiu para um emocionante cruzeiro pelo Sena, durante três horas. Passamos por algumas de nossas pontes mais conhecidas (Petit Pont, Pont Neuf...) vimos alguns dos ícones de Paris: a Torre Eifell ~~ iluminada para o natal ~~ as esplendorosas Notre Dame e Saint Chapel, o histórico Panthéon e muitos outros prédios históricos.
Durante esse cruzeiro que durou três horas foi servido um jantar com iguarias supimpas ~~ das quais sei falar pouco ~~ que culminou com um artístico e saboroso bolo como sobremesa. Os diferentes pratos foram entremeados por emocionados discursos. Primeiro falaram pela família do B, o seu pai Benoît, que em francês entre outras pessoas homenageou a Liba e Laura que por justificadas razões estavam ausentes; sua mãe Daphne que falou em português e sua irmã Geraldine em holandês. Pela família de J, primeiro a Gelsa (comigo a seu lado, muito orgulhoso) que fez emocionada fala em francês e depois o pai da Júlia. Houve entre outras falas uma muito linda da Júlia.
Era mais de meia noite quando o barco chegou de novo no atracadouro. Então houve um revezamento de convivas. Muitos desceram – como nós – e muitos jovens, amigos dos noivos subiram para fazer um baile a bordo que avançou na madrugada.
Para mim esse casamento foi muito significativo. Não apenas pelo carinho que tenho pela Júlia – não é sem razão que meu nome figurava junto com o da Gelsa como convidante – mas por poder compartilhar da imensa alegria que a Gelsa viveu esse momento e faze-lo em companhia de minhas filhas e dois genros e de um neto e uma neta. Esse 16 de dezembro ficara na história de muitos.
Escrito por Chassot às 13h44
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Depois da tempestade, a bonança.
Chove gostosamente em Porto Alegre (só hoje, parece que foi superado o índice pluviométrico da média de janeiro) e em grande parte do Rio Grande do Sul. Parece que vejo as plantas sôfregas se dessedentarem.
Eu cheguei ensaiar um banho de chuva. Então, lembrei que talvez há sessenta anos essa era uma das violações às rigidas normas da vigilância materna. Talvez, querendo continuar um menino obediente... cancelei o plano.
Antes desta chuva houve uma tonitruante tempestade elétrica que trouxe sustos. Mas depois da tempestade, como diz a sabedoria popular, vem a bonança.
Na UNISINOS foi mais uma vez um dia de calor quase insuportável. A sensação térmica era de mais de 40ºC. Em nossos crematórios (nome carinhoso e apropriado que damos as nossas celas) suava-se em bicas. Hoje entendi o quanto essa locução é bem posta.
A propósito, algo que também me deu saudades, nos meus dias de Europa, no ocaso de 2006, foram de meus dicionários. É difícil escrever sem eles. E isso não pode ser lido como pedantismo.
Escrito por Chassot às 19h10
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Agora, 2007 na UNISINOS
Este é um registro da tórrida UNISINOS. O calor quase nos expulsa das salas. Inicio este 2007 aqui não sem emoções e essas não se referem a voltar almoçar, depois de quase três semanas, no Restaurante Universitário, onde o feijão preto era atração para mim. Pagar o equivalente a menos de 1 Euro, para quem, na semana passada, pagou 10 ou 20 vezes isso por uma refeição é significativo. Só faltou ter aipim para o cardápio ser de matar saudades. As emoções não ficaram pelo reencontro com vários colegas, com os quais trocava votos de um bom 2007. Elas eram de outra ordem. Estou começando meu último ano acadêmico aqui. Isso não é trivial. Conversei bastante com o Lucio, meu vizinho de sala ~~ aliás, perco nesse janeiro, meus dois vizinhos de sala: o Lúcio e o Redin ~~ que está muito feliz. Começa trabalhar na UCS em fevereiro. Fiquei muito contente com as perspectivas que ofereceram para ele. Eu amealho muitos planos para esse 2007. Eles tem como horizonte pelo menos 2010. Isso é muito bom.
Escrito por Chassot às 12h45
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Agora, retomar as atividades
O primeiro dia do ano foi ressacoso por conta da longa viagem de ontem. Muito calor depois dos dias de inverno. Ter vivido vários dias com temperaturas em torno de 0ºC e hoje ter um dia com temperaturas com mais de 40ºC não foi trivial.
Pela manha tive a presença da Ana, Eduardo, Guilherme que dormiram na Morada dos Afagos. O Bernardo e Maria Antônia também estiveram aqui.
Havia muitas mensagens por responder, mas na de conta de muitas.
A noite jantaram na casa da Gelsa, a Laura e o Gabriel e também o Bernardo, a Carla e a Maria Antônia para ouvir narrativas do casamento, acompanhado de fotos.
Mas não houve só diferença nas temperaturas: há quatro anos muitos se emocionavam com a posse de Lula. Para mim ela hoje passou quase despercebida. Isso realmente é menos bom.
Amanha retomo a UNISINOS.
Escrito por Chassot às 22h48
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Ainda Ecos de Amsterdan
Essa notícia é uma recuperação de um texto escrito em Amsterdan na noite de sábado dia 30, que foi perdido ao ser postado pela expiração fatal do tempo de conexão que custava cerca de R$ 0,50 o minuto.
Às 13h, a Gelsa e eu reencontramos, na Central Station os nossos dois trios (Ana Lúcia, Eduardo e Guilherme & Clarissa, Carlos e Maria Clara) que nos acompanharam ao casamento. Foi dos momentos mais emocionantes desta viagem. Passeamos na tarde e noite com eles que pala primeira vez estava em Amsterdan. Vibraram muito.
Pela manhã a Gelsa e eu estivéramos no Rijjks Museun quando uma vez mais bebemos cultura. A noite nós dois fomos fazer a despedida à cidade, passeando pelo Leideplein nas imediações de nosso hotel. Fomos dormir embalando os sonhos de domingo de 27 horas. com a volta ao Brasil, que nos faria deixar o Hotel às 6h30min (3h30min Bsb) para chegar no ocaso do ano a Porto Alegre.
Escrito por Chassot às 07h44
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Feliz 2007 do Brasil
Viva!
Estamos de volta. Chegamos (Gelsa e eu e meus dois trios e ainda o Aldo e a Neuza) à Porto Alegre às 23h30min. Éramos esperados pelos pais do Carlos, que como na ida transportaram a nós e as bagagens, com ajuda de um reboque.
É muito gostoso estar curtido a luminosidade local, depois desses 16 dias de inverno. É muito bom também estar escrevendo em um teclado QWERT e que tenha acentos e sem precisar pagar fortunas pelo acesso à internet (em Amnstedan foi o record: 5 Euros meia hora).
Em outro momento mais detalhes, agora é só para dizer a cada um e cada uma dos leitores desse blog meus votos de alegrias pelo novo ano e o desejo de um 2007 venturoso.
Escrito por Chassot às 07h20
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