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Como uma re-estréia
Estamos encerrando a primeira ‘saída’ da Gelsa.
Viemos aos jardins da Morada dos Afagos, onde curtimos o fim de tarde sob a parreira. Jantamos junto à fonte, tendo por companhia também uma linda lua. É gostoso vermos a recuperação.
Fizemos muitos planos relacionados com assuntos acadêmicos que nos envolvem, particularmente, na próxima segunda-feira, com a presença da missão de Lyon 2. Sonhamos também com as férias aqui.
Escrito por Chassot às 20h26
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Manhã de sábado
Foi uma significativa noite na FACOS a palestra promovida pelo Parque Eólico. Público muito atento e envolvido em discussões ambientais ouviu-me laborar em utopias para formar jardineiros para cuidar do Planeta.
Foi muito bom reencontrar ex-alunos e também leitores de há muito. Foi muito bom ter, em diferentes momentos na terra dos bons ventos, as presenças queridas da Tatiana, da Isadora e do Denílson.
Para mim nesta viagem ver a paisagem completamente transformadas pelos cata-ventos – ou melhor pelos aerogeradores – que produzem energia e enfeitam a região.
Numa confraternização com a Equipe organizadora do evento fomos dolorosamente emocionados com a notícia da morte de uma jovem osoriense, vítima da fatalidade do desabamento de uma marquise em Porto Alegre, ex-aluna de colegas que estavam comigo. Notícia de primeira página dos jornais locais.
Era quase meia-noite quando com o Sr. Marcelo, motorista da PM de Osório, ofertando-me uma muito boa aula sobre suas caçadas e pescaria, iniciou a viagem à Porto Alegre.
Escrito por Chassot às 08h18
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Em Osorio
Um breve registro aqui de Osório. Estou na casa do Denílson, meu ex-orientando, da Tatiana e da Isadora.
Depois de dar uma entrevista na Rádio Osório com o Denílson visitei o Morro da Borússia, para ver os cataventos que enfeitam e produzem energia.
Agora, a palestra que me trouxe a Osório.
Escrito por Chassot às 18h11
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Inaugurando dezembro
@ Ainda de ontem, que em função da gostosa confraternização de moradores do San Juan, onde tive a presença da Maria Antônia, juntamente com o Bernardo e Carta, dois registros traduções de orgulho paterno:
*** A Ana Lúcia telefonou-me ontem muito feliz, que como resultado de avaliação feito por curso que participou foi escolhida para receber o troféu dedicado àquela pessoa que personalizasse a maior fruição para si do curso e também que ensejasse isso aos outro. Vibramos e eu acrescento ‘insuspeitamente’: ela merece!
*** Vibrei também quando, hoje ouvi comentários elogiosos a cerca da participação do André em tele-noticioso na noite de ontem, falando acerca de sua presença em mostra de fotografias que se realiza na em Porto Alegre. Autoria dos comentários foi de quem ontem conhecera algo de sua obra em minha casa. É muito bom que o trabalho dele, como fotógrafo muito competente, ganhe visibilidade.
@ Esta tarde viajo à Osório para falar à noite no Seminário Regional de Educação Ambiental promovido pelo Parque Eólico. O título da conferência: “Como formar jardineiros para cuidar do Planeta.”
Escrito por Chassot às 10h51
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Quase no ocaso de novembro
Hoje foi um dia de poder trabalhar em casa. Já tenho vencida a avaliação dos trabalhos do Programa de Aprendizagem Educação nas Ciências das turmas que apresentaram seus trabalhos em 20 e 27 de novembro. Tenho ainda as sessões de 04 e 11 dezembro para encerrar o semestre. Esta tarde era para estar viajando para o encerramento do MINTER UNISINOS/URI Frederico Westphalen, mas se sobrepôs um compromisso amanhã no Parque Eólico de Osório.
Permito-me transcrever um excerto da mensagem que encaminhei para o evento: Tenho as melhores lembranças desse curso de mestrado. Primeiro, o privilégio de ter proferido a sua aula inaugural e ter ido, mais uma vez, à URI dar um Seminário de História da Ciência como catalisadora de proposta interdisciplinares. Depois de ter a melhor gratificação acadêmica no Seminário Fontes do Pensamento Educacional com aquela que tenho repetido foi ‘a melhor turma que tive em Fontes’. Desta atividade recordo particularmente três momentos, talvez não tão acadêmicos, mas marcantes. O primeiro, quando com todo o grupo assistimos “Copenhagen”; foi algo muito especial para mim, vê-los todos naquele teatro. Um outro foi quando, depois de visitarmos a Capela Positivista, confraternizamos na Morada dos Afagos, juntamente com a Gelsa. E por fim, recordo sempre, no encerramento do seminário quando a reverenda irmã Cassilda e o postiço Frei CV Cassol vieram com seus hábitos franciscanos.
Tenho ainda desta turma um presente maior do que aquela linda luminária que me presentearam e que adorna o quarto de minha neta Maria Clara. Meu ganho foi o privilégio de ter sido o orientador do Antônio Valmor de Campos. Tenho referido, em textos que escrevi que dentre os trabalhos de mestrado e doutorado que orientei e oriento, nenhum tem a dimensão social da dissertação “O reconhecimento de agricultores do município de Anchieta-SC, que cultivam sementes de milho crioulo, como pesquisadores e detentores de direito da propriedade intelectual sobre a melhoria dessas sementes” que narra uma quase epopéia de agricultoras e agricultores catarinenses. Mas, não é apenas a dissertação que é muito relevante. Seu autor é o orientando que torna agraciado a qualquer orientador.
Esta noite, na Morada dos Afagos os condôminos do Edifício San Juan virão saborear um churrasco de ovelha, oferecido pela Leila, a síndica terminou recentemente o mandato, numa prestimosa organização do Eduardo, nosso novo síndico.
Escrito por Chassot às 17h15
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Falando em casa
Esta quarta-feira fora ansiosamente esperada. Já registrei que mesmo acostumado a dar palestras, hoje tinha uma mais difícil e isso em duas dimensões.
A primeira por ser na UNISINOS. Ser profeta na própria casa já foi objeto de contestação até para Jesus, quando foi falar na Sinagoga de Cafarnaum. Falar quando somos alienígenas à tribo sempre é mais fácil.
O outro agravante era que minha fala estava incluída II Ciclo de Estudos Desafios da Física para o Século XXI, sendo que a minha fala foi a nona de uma série de 10 conferências, nas quais estiveram presentes nomes destacados de diferentes Universidades brasileiras. Devo registrar que, mobilizado há meses, meu envolvimento com o tema: “A ciência como instrumento de leitura para explicar as transformações da natureza” me ensejou excelente interação com o auditório, acreditando que tenha conseguido cumprir algo que é mote em muitos de minhas falas: migrar do esoterismo ao exoterismo, e tenha aberto um pouco a caixa-preta na qual os cientistas, com sua linguagem hermética e esotérica transformaram a Ciência. Recomendo o texto do box anterior.
Tenho uma imensa gratidão ao Instituto Humanitas UNISINOS ~~www.unisinos.br/humanitas~~. Primeiro pelo que representa em ações dentro da Universidade – só a revista IHU-online valeria sua existência. Tenho, ainda, uma gratidão muito pessoal, pois foi o Humanitas que ‘lançou’ minha primeira fala A Ciência é masculina? É sim, senhora! , em 2002 em uma sessão ‘IHU idéias’ originando-se daquela fala livro e já foi palestra em mais de meia centena de vezes.
Escrito por Chassot às 21h14
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A Ciência como instrumento de leitura para explicar as transformações da natureza
http://www.unisinos.br/ihuonline/index.php?option=com_eventos&Itemid=26&task=evento&id=53
Amanhã, dia 29, faço uma das palestras que mais tem me mobilizado. Mesmo que nesse mês já tenha falado em quatro outras Universidades e em duas cidades de Santa Catarina, amanhã falo em minha Universidade.
Isso não é trivial.
Acerca de minha participação no evento “II Ciclo de Estudos desafios da Física para o século XXI” promoção do Instituto Humanitas UNISINOS, concedi uma entrevista para a prestigiosa revista IHU on-line que ofereço aos visitantes deste blog.
Categoria: Link
Escrito por Chassot às 08h36
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18ª de 20 Tri-segundas de 2006/2
Escrito por Chassot às 07h49
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No último domingo de novembro
Um domingo plúmbeo e por vezes insosso esse último desse denso novembro. Busquei muito acompanhar a Gelsa na sua recuperação pós-operatória. Foi muito bom vê-la superando as dores que ainda ontem a acometiam forte, mesmo ainda restrições físicas. Lemos jornais, vimos um filme “Ágata e a tempestade” [original italiano: Ágata e La Tempesta]. A história da livreira genovesa não chegou a entusiasmar-me.
Dediquei-me a preparar uma intervenção em uma banca de qualificação que tenho amanhã no Programa de Pós Graduação em Educação da ULBRA. Dou me conta o quanto na maioria das vezes atividades dessa natureza ocorrem em circunstâncias roubadas de horas de lazer, pois cada vez mais em nossa assim chamada rotina acadêmica, parece não caber mais nada, e mais -- esta invade sem pejo nossas outras atividades. No acaso do domingo, as expectativas para uma semana que sonho com menos tensões que a passada.
Escrito por Chassot às 21h19
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