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"A vigília do pleito é muito nervosa."
Quando: 28/10/2006
Quando do debate, que ensejou a mensagem a Maria Antônia antes comentada, pareceu que a Gelsa e eu estávamos mais nervosos que o Lula. Não agüentamos, talvez pelo formato tão alardeado pela Globo. Voltamos cedo à Morada dos Afagos. A Maria Antônia na sua estréia de ficar conosco tirou nota 10. Esta manhã, antes de subir para nos encontrar nos jardins, até sua cama arrumou. O Bernardo veio buscá-la vibrando com a filha. A vigília do pleito é nervosa. Talvez conseguimos alguns votos para o Olívio. Esta noite, sem que sonhássemos, teremos a amiga Roseli Schnetzler (UNIMEP) para jantar conosco. Estamos felizes.
Categoria: Citação
Escrito por Chassot às 17h39
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Um ponto no holograma, Edgar Morin
http://www.leialivro.sp.gov.br/texto.php?uid=12121
Em "Um ponto no holograma - A história de Vidal, meu pai" um dos mais reconhecidos sociólogos pós-moderno faz uma admirável tessitura de mais de quatro séculos da historia de sua família, para nos narrar a densa história de Vidal, seu pai.
FICHA TÉCNICA: MORIN, Edgar. Um ponto no holograma - A história de Vidal, meu pai. São Paulo: A Girafa Editora, 2006, 448p. [Preço sugerido: R$ 53,00] ISBN 85-89876-97-7
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Escrito por Chassot às 14h53
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"Uma mensagem a uma neta"
Autor: Avós a uma neta
Buscar na Web "Avós a uma neta"
Quando: 27/10/2006
Excerto de uma mensagem “Querida Maria Antônia, estamos contentes com a possibilidade de estares conosco numa ‘sexta-feira na Morada dos Afagos ’. Todavia, precisamos dizer-te nossos planos para hoje. Esta noite haverá o último debate para as eleições de domingo. Há um tempo decidíramos fazer companhia para a Liba nesse momento. És, também, nossa convidada para ir à Fontana di Trevi. [...]Sabemos que talvez o programa não te agrade, pois somos de partidos diferentes, o que é muito natural em um regime de liberdades. Aliás, se olhares a palavra ‘partido’ ela vem de parte, assim um partido, não seria partido se abrigasse a todos. Para haver democracia, deve haver possibilidade de haver partidos para acolher as diferenças. Tu, e esperamos, nós também, poderemos assistir muitos debates ainda e talvez um dia até lutando num mesmo partido. Aguardamos tua resposta, vó gelsa e vô attico” Para nossa alegria ela aceitou.
Categoria: Citação
Escrito por Chassot às 14h39
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MARIA CLARA completa hoje ½ ano.
Excertos de uma mensagem que enviei: Minha muito querida Maria Clara, dentro da perspectiva dos humanos de contarmos tempo... esse 26 de outubro é muito especial. Completas hoje ½ ano. Mesmo que ainda tenhamos forte a emoção de ver-te com alguns minutos de vida, na lembrada noite de 26 de abril, segurar-te no dedo de teu pai e das cenas que fazias parecendo quase posar para a objetiva atenta de teu tio André, já está remoto de nós aquele bebezinho de então. [...] Assim essa mensagem é para celebrar com teus pais, tios, primos esses teus primeiros seis meses mais plenamente conosco, teu avô attico.
Escrito por Chassot às 17h57
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Olívio dispara e encosta em Yeda, diz pesquisa
http://cartamaior.uol.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=12663
A NOTÍCIA ESPETACULAR DESTA QUINTA-FEIRA
Olívio dispara e encosta em Yeda, diz pesquisa divulgada nesta quinta-feira (26) pelo instituto Methodus aponta redução de 19 pontos na distância entre Yeda Crusius (PSDB) e Olívio Dutra (PT). Em relação à pesquisa anterior, tucana caiu de 59,1% para 49,2%, enquanto Olívio subiu de 34% para 43,1%.
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Escrito por Chassot às 17h53
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Mais um 25
A Gelsa e eu comemoramos cada 25. Hoje é um especial. Não apenas por termos uma seqüência: 234, mas hoje faz 19,5 anos do memorável 25 de abril de 1987. Há 19 anos recebia um telegrama (¿ainda existe isso?) dizendo: “Foram os melhores seis meses de minha vida!”. Hoje recebi essa mensagem: “[...] passados 19 anos daquele telegrama enviado desde a bonita Belém do Pará [...] Foram os melhores 234 meses de minha vida! [...]. Vale celebrar.
Escrito por Chassot às 20h01
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"A Ciência é masculina? E, sim senhora!" na UEM
http://www.pcm.uem.br
Um colega da Universidade Estadual de Maringá encomendou 20 exemplares de “A Ciência é masculina? E, sim senhora!” Ante minha curiosidade, eis exertoss da resposta do professor dr. Ourides Santin Filho, do Departamento de Química: “[...] Eu trabalho com a disciplina de História, Epistemologia e Filosofia da Ciência, e sempre abordamos a influência do catolicismo na sociedade e ciência ocidentais, particularmente na Idade Média, como é de praxe, tentando remover-lhe a pecha de 'idade das trevas'. Neste ano, ao abordar o evolucionismo de Darwin, convidei os alunos a me explicarem como convivem com dogmas católicos e a profissão de (muitos deles) professor de biologia. O resultado o Sr. pode imaginar...
Quanto ao programa de Mestrado, convido-o à um passeio pela nossa página em www.pcm.uem.br, onde podem ser consultados os primeiros trabalhos desse novo curso. Não resisti em apresentar seu pequeno / grande opúsculo aos meus alunos, e trabalhar exaustivamente em aula com fragmentos dele. O resultado aí está. Sempre conto com a esperança de que seu pequeno livro vá revolucionar velhos modelos. Mais uma vez obrigado e grande abraço [...]” Alguém que escreve livros pode ter alegria maior.
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Escrito por Chassot às 19h49
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“Ratos gostam de queijo”.
http://jornalorebatechassot.blogspot.com/
Há duas semanas, escrevi no 'Caderno R' uma crônica com título antípoda a que circula essa semana: “Ratos não gostam de queijo”. Trazer, agora, tema oposto não significa que eu tenha mudado de opinião ou que outros cientistas tenham ratificado aquilo que era antes ‘a Verdade’ universalmente aceita.
Agora a proposta é considerar o quanto a difusão de certos mitos podem lhes dar cientificidade. Isso posto, parece importante discutir a quem interessa a sedimentação de um mito. Assim, não é relevante discutir (ou até saber) se ratos gostam ou não de queijo, mas sim, reconhecer a quem interessa a ratificação de um mito. Aliás, minha frase teria um simbólico duplo significado se a escrevesse: ‘reconhecer a quem interessa o rato de um mito’ pois rato é, também, sinônimo de ratificação.
Entre alternativas propagandistícas, o superpoderoso Goebbels usou com muito êxito o cinema. Há um filme “O judeu eterno” [Der ewige Jude // The eternal jew], produzido em 1940, que foi especialmente eficiente para difundir a acusação de quanto a natureza intrinsecamente pervertida do povo judeu, preparando a aceitação pública para a deportação em massa, o confinamento e a matança.
Nesse intermezzo entre os dois turnos das eleições, vale ler sobre o mito do ‘Judeu errante’.
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Escrito por Chassot às 09h16
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do esoterismo ao exoterismo
Mais uma terça-feira marcada por Fontes do Pensamento Educacional na UNISINOS. Hoje o autor fonte foi Celestin Frenet. Aprendi muito e a sessão foi muito boa. Convenço-me, ante a beleza dos textos de Frenet, da proposta acerca da necessidade que há em nossos textos, especialmente, para professoras e professores de migrar do esoterismo ao exoterismo. A notícia que está no Box abaixo trouxe-me alegria essa noite.
Escrito por Chassot às 22h10
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A ciência através dos tempos
http://www.mendelvilas.com.br/projeto2.html
Registro aqui emocionado a segunda edição do projeto A ciência através dos tempos que o Colégio Mendel da Bahia realiza baseado no meu livro No ano passado, em 8 de dezembro, tive o privilégio de acompanhar a apresentações da 1ª edição. Nessa atividade vejo ratificada uma postura que venho defendendo: o quanto a História da Ciência pode ser catalisadora de propostas transdisciplinares.
Permitam-me sonhar junto com a Comunidade do Mendel que seus alunos e suas alunas estejam sendo também sendo formados como jardineiros para ajudar a cuidar do Planeta.
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Escrito por Chassot às 21h30
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¿O que sobra mesmo?
Um dia passado na Universidade faz esquecer as ‘baixarias’ das campanhas políticas. Isso é muito bom. Parecia que nesta segunda-feira primaveril se respirava um ar menos sulfurado. Mas, somos nessa tarde surpreendidos com a demissão de um funcionário administrativo muito querido. Parece que só podemos dizer ‘Não é possível! Não acredito!...” Então, temos ratificadas nossas apreensões acerca da “fragilidade das relações de trabalho do mundo contemporâneo... Somos somente peças de uma engrenagem, sempre passíveis de serem substituídas por outras. Isso nos ensina, mais uma vez, que o que permanece são as relações de afeto que construímos e preservamos por serem valiosas.” O triste é que parece que se quer apagar histórias, demitindo-se aqueles e aquelas que as detêm.
Escrito por Chassot às 17h06
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Por que Olívio?
As lembranças melhores que tenho de minha passagem pelo Conselho Estadual de Educação, durante o Governo da Administração Popular, foram as diversificadas propostas de um ensino médio público de qualidade. A audaciosa e torpedeada criação da UERGS é menor, se comparada com as propostas inovadoras de ensino para comunidades nas quais jamais se pensou em Escolas de Ensino Médio. Só isso me leva entusiasmadamente a conquistar votos para o 13 nessa semana pré-eleitoral.
Escrito por Chassot às 20h33
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